retrospectiva Tátil – parte 3

 

Nessa terceira parte da retrospectiva 2017, vamos falar sobre alguns desafios do universo da linguagem que surgiram e, como os nossos criativos – Beto e Ana – resolveram em projetos dos quais participaram.

 

Ana Cunha

Gerente de conteúdo no Rio de Janeiro

Um dos projetos mais marcantes que fizemos esse ano foi o Ecad. Uma marca com uma função estratégica (mas pouco percebida na cadeia produtiva da música), que precisava se reposicionar, ganhar transparência e construir empatia, saindo do lugar de marca mal interpretada para instituição com um papel fundamental para manter a música viva.

Foi um desafio e tanto. Mergulhamos no universo do Ecad e percebemos que, assim como o próprio processo de composição musical, ele tinha um jeito de atuar que podia ser traduzido em duas dimensões: uma mais pragmática, quase matemática, e a outra mais lúdica. Juntamos razão e emoção para desenhar uma marca incrível, onde cada letra representa uma nota musical numa partitura imaginária. Condensamos toda a informação relevante e dados de um jeito sintético, infográfico, descartando os excessos.

Foi assim que conseguimos abrir espaço para textos mais leves, que falam de perto com uma pegada mais criativa. O conceito que criamos ganhou forma no vídeo manifesto que vocês podem ver abaixo. Foi uma mudança tão grande, ficou tudo tão redondo que o Ecad é o nosso case xodó de 2017.

 

 

Beto

Gerente de criação em São Paulo

O projeto que marcou o ano para mim, foi Natura Ekos. Depois de reposicionar a marca Ekos, reforçando a íntima relação que possui com a Amazônia, fizemos uma expansão dessa linguagem, o que achei muito desafiador, para deixá-la mais universal.

Eu e o restante da equipe passamos dois dias em uma floresta no litoral Norte de São Paulo para fazer uma produção que mostrasse a verdadeira relação de cada mulher com a natureza, valorizando a beleza e a reconexão de forma indulgente e convidativa.

Nas imagens de still, fizemos uma seleção de objetos “eco sofisticados” para compor a cena e glorificar os produtos. Esses objetos, em diferentes formatos – óleos, folhas, flores e frutos – vieram direto da Amazônia para as composições, colocando o produto sempre como protagonista e construindo uma representação mais viva e fresca da linguagem.

 

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